• Irrigação

    A atividade de irrigação tem como objetivo repor a umidade do solo e fornecer as plantas condições de sobrevivência em situações em que o solo apresenta déficit hídrico.

  • Limpeza química de área

    É o controle da vegetação indesejada através de aplicação de herbicidas, conforme o monitoramento de ervas.

  • Plantio Manual

    O objetivo desta atividade é de levar para o campo as mudas que deverão ser plantadas com qualidade.

  • Viveiro de Mudas

    Produção de mudas clonadas da melhor qualidade para atender o programa de implantação.

  • Preparo de solo

    Desestruturar o solo a fim de proporcionar um meio adequado para o desenvolvimento da planta.

  • Capina química

    O objetivo desta atividade é de manter área ao redor da planta isenta de mato competição.

  • Aplicação de calcário

    Fornecer nutrientes cálcio (Ca) e magnésio (Mg) para a planta, possibilitando assim condições ideais para seu desenvolvimento.

  • Adubação de base

    Fornecer nutrientes necessários a planta possibilitando assim condições ideais para o seu desenvolvimento inicial.

  • Adubação de cobertura

    Fornecer nutrientes necessários à planta possibilitando, assim, condições ideais para seu desenvolvimento.

  • Capina química na entre linha

    O objetivo desta atividade é o controle químico do mato competição da entre linha.

  • Viveiro de mudas

    Produção de mudas clonadas da melhor qualidade para atender o programa de implantação.

  • Combate a formigas

    O objetivo desta atividade é o controle de infestação de formigas cortadeiras em floresta de eucaliptos evitando danos às mudas.

Notícias

Banco do Brasil já está financiando florestas

05 de julho de 2013

Banco do Brasil já está financiando florestas O governo quer - no Programa ABC - trabalhar forte na redução de gases que provocam o efeito estufa”, frisou Bosco.

Quem garante é o gerente de Agronegócios do Banco do Brasil em Goiás, o engenheiro agrônomo João Bosco Messias Costa

O Banco do Brasil quer financiar mais florestas plantadas em todo o Brasil. Quem afirma é o gerente de Agronegócios do banco em Goiás, João Bosco Messias Costa. Para Bosco, tudo depende de um bom projeto, porque há recursos disponíveis com uma taxa de juros de apenas 5% ao ano – um número inferior à meta de inflação deste ano, que é de 6,5%.

Segundo o gerente, os recursos são originários do Programa ABC, que este ano tem um orçamento de R$ 4,5 bilhões para todo o setor produtivo e que inclui o setor florestal. “Os produtores rurais devem se dirigir às agências dos municípios em que residem e apresentar os projetos aos gerentes locais. O governo quer - no Programa ABC - trabalhar forte na redução de gases que provocam o efeito estufa”, frisou Bosco.

A política traçada pelo governo federal e que o Banco do Brasil está cumprindo é voltada para atender a todos os protocolos internacionais que o País assinou em matéria de meio ambiente. Bosco citou que o Brasil já vem tendo reconhecimento internacional na diminuição do desmatamento. Por isso, plantar florestas é um bom negócio que o banco já está fazendo e quer fazer mais.

Os recursos também podem ser aplicados em projetos de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). De acordo com João Bosco, o teto de cada projeto florestal chega a R$ 3 milhões, em um financiamento de 15 anos, com mais oito de carência. Além disso, Bosco mencionou que os produtores podem buscar outras linhas de crédito para financiar a compra de máquinas e equipamentos. Ele disse, ainda, que há outra alternativa – a do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), com juros de 3,5% ao ano, mas, neste caso, os recursos estão escassos.